Há muito tempo não ouvia essa música... Duff's... acho que essa banda nem existe mais! Curto muito bandas de hardcore melódico com esse tipo de letra...
Duff's - Foi Só Um Sonho
Se eu te falar que as pessoas eram justas
não havia porque roubar
e ficar vivendo sempre as custas do dinheiro
e o simples fato de estar com amigos
já trazia paz
os valores eram outros,
eu não vou esquecer,
não vou esquecer jamais.
Se eu te falar que as pessoas tinham sonhos
os quais acreditavam muito
e sabiam que eram donos,
do seu destino,
não se conformar em ver o tempo passar
e nada mudar
não queriam ser apenas mais uma a lutar
a tentar,
e não vencer.
Foi só um Sonho,
mas o nosso mundo podia pensar assim.
Foi só um sonho,
mas o nosso mundo podia ser assim.
Um sonho de liberdade pra você.
Se eu te falar que as pessoas tinham sonhos os quais acreditavam muito e sabiam que eram donos do seu destino em não se conformar em ver o tempo passar e nada mudar. Não queriam ser apenas mais uma a lutar, a tentar e não vencer...
Trilha sonora da semana passada e, aparentemente, dessa semana também. Também caberia "Primeiros Erros" do Capital Inicial... "mas só chove, chove... chove, chove..."
Curiosamente, há um tempo, estava lendo uma matéria sobre o Japão que, apesar de toda modernidade e acompanhar as tendências internacionais, permanece com atitudes tradicionais, talvez até ultrapassadas. Digo isso porque uma matéria dizia que jovens formados estavam saindo do país em busca de melhores oportunidades, pois os japoneses sempre valorizam primeiro os mais velhos. Dessa forma, acredito, não é possível obter crescimento econômico, somando ainda as fortes limitações de recursos que o Japão possui. Nisso, há pouco tempo, foi anunciado que a China tornou-se a 2ª potência com o crescimento do seu PIB mesmo, contudo, apresentando seu desempenho vergonhoso quanto à renda per capita, dado à alta disparidade social/econômica. Nesse cenário, imaginei que o Japão pudesse, cada vez mais, acabar perdendo seu posto de potência.
Nessa semana, as principais manchetes traziam notícias do desastre do terremoto seguido por um Tsunami no Japão. Quando fiquei sabendo do terremoto, imaginei que teria pouco impacto, bem como número de vítimas e que é fato: a tecnologia empregada pelos japoneses na construção de prédios e edifícios foi de grande importância para que não houvesse mais vítimas. O “ponto fraco” foi o fato de não existirem pesquisas/tecnologias de se reduzir os impactos de um Tsunami. Os organismos japoneses agiram rapidamente anunciando o risco do Tsunami que, à essa hora, já vinha à 700 Km/h em alto-mar e, na costa, ganhou altura com a redução da velocidade. As cenas, que provavelmente o mundo todo viu, são arrasadoras, inexplicáveis e que deixa bem nítido o quanto somos frágeis perante a natureza.
Muitos desastres naturais têm sido reportados nos últimos anos e talvez a tendência seja aumentar. Não acredito em “profecias maias”, mas acredito que tudo é uma resposta às nossas atitudes (ou a falta dela). Como conclusão de curso de bacharel em Administração Geral, apresentei uma oportunidade na transformação de um resíduo em bens consumíveis. Nesse último ano, em meu novo emprego, tenho a oportunidade de lidar com todo o sistema da Gestão Ambiental e desejo esse ano fazer minha pós sobre isso. Acredito que o Brasil e o mundo, cada vez mais, precisam atentar para essas questões ambientais, conciliando o desenvolvimento com a proteção ambiental de forma geral.
Alguns povos, como o nipônico, conhecem bem o sentimento de perda, do “recomeçar”, principalmente países arrasados por guerras, como a Alemanha, Itália, França... Acredito até que o Brasil não é sempre rígido com o seu desenvolvimento e nacionalista por não ter passado por dificuldades semelhantes... O Japão conhece bem esse sofrimento e, com muita esforço, dedicação, disciplina etc, certamente superará mais essa barreira!
"Mesmo que meu corpo apodreça nos campos de Musashi, não me arrependerei, pois o espírito japonês viverá para sempre!"
Bem dizem que o amor é como regar uma planta, algo que diariamente necessita de cuidados. Há alguns dias meu pai me disse que um bonsai dele aparentemente tinha morrido por não ter sido regado. Após isso, diariamente tenho regado todas plantas. Ontem pude perceber que algumas folhas verdes brotaram entre os galhos e folhas ressecadas e fiquei feliz. O meu bonsai que comprei também tá bem viva, com folhas verdes.
Tenho gostado de cuidar das plantas. Curioso é que já dei duas plantas e todas morreram...
As bandas "coloridas" estão por aí e isso já não é surpresa para ninguém. Minha última surpresa foi descobrir que existe uma versão "Restart" evangélico, cujo nome da banda não me lembro (graças!). Sempre ouvi falar (e acredito) que o rock nunca morre. Uma moda vem e pega, depois vai e outra vem, mas o rock tá sempre ali... mas, brincadeira à parte, não seria melhor morrer diante de toda essa tendência de "rock colorido"...
A IstoÉ de 09 de fevereiro de 2011 trouxe algumas dessas bandas adolescentes. Comecei a ler, pelo interesse de conhecer as (péssimas) novas tendências e por já ter tocado também e saber um pouco do "do it yourself" que até é mencionado na matéria "a garotada quer ter banda". E só pude constatar que, realmente, são péssimas as novas tendências... uma das bandas, citando suas influências, destaca bandas como Red Hot Chilli Peppers, Capital Inicial, Legião Urbana... até aí tudo bem! Isso até ao encerrar mencionando Luan Santana e Exaltasamba (?!?!?!)... ser eclético é bom, mas nessa situação é estar mais perdido do que camaleão no show do Restart! E a matéria encerra mencionando sobre um garotinho que, no seu aniversário, pediu ao seu pai para realizar um show no Circo Voador. Um dos maiores desgostos que pude ter quando tinha banda foi perceber que não bastava tocar bem... era necessário ter berço de ouro... sempre foi assim e é assim que vai continuar sendo! Certamente milhares de bandas sonham com a oportunidade de tocar no Circo Voador... daí surge um níquel e uma banda desconhecida toca lá... Ainda tive a infelicidade de ler o que a mamãe disse: "O negócio dele é palco grande, dos pequenos ele não gosta".
É... na verdade, continuo a acreditar que o rock nunca morrerá... até porque isso aí não é rock!!!
Tente ignorar
Temos o universo pra enfrentar
E o mundo pra vencer
Amanhã dependerá de nossas mãos
Que podem machucar
Que devem construir
Você não teve persistência pra esperar
A minha iniciativa não te convenceu
Não use as mãos lavadas pra me condenar
Pois seremos culpados do que acontecer
E o que virá
Será melhor que recuar
Será Viver
Não tente simular
realidades simples de encarar
Basta querermos ver
Amanhã dependerá de nossos pés
Que podem tropeçar
E te fazem cair
Você não teve persistência pra esperar
A minha iniciativa não te convenceu
Não use as mãos lavadas pra me condenar
Pois seremos culpados do que acontecer
Estava na 7ª ou 8ª série quando ouvi pela primeira vez a história de João de Santo Cristo. Isso foi em 1996/1997 quando um professor passou a música na sala sendo o tema da aula. Desde então a Legião Urbana passou a fazer cada vez mais parte de mim. Consegui o disco "que país é este?" com um colega e tinha "faroeste caboclo", consegui emprestado também o "música para acampamentos" e comprei a coletânea "mais do mesmo".
Então essa semana, qual não foi minha surpresa ao ler no jornal que a Isis Valverde irá interpretar a Maria Lúcia, João de Santo Cristo será interpretado por Fabrício Boliveira e Felipe Abib fará o papel do rival Jeremias! Com novidades maiores ainda como o filme que sairá ainda este ano e que ainda sairá "Somos tão jovens", um filme sobre o Renato Russo, que será interpretado por Thiago Mendonça.
Ontem passou "A Procura da Felicidade" na tv e, mesmo tendo assistido umas 10 vezes, tive que assistir novamente. Nunca fui fã dos filmes do Will Smith porém neste filme ele passa uma grande lição. Chris Gardner (Will Smith) vive sua constante luta contra seu desequilíbrio financeiro, fazendo-o atrasar aluguel e pedir prorrogação de impostos. A situação é tão delicada que chegou a ser preso por não ter como pagar pelas multas de trânsito.
Acredito que o filme mostra bem a visão de uma pessoa que acredita em si, em seus sonhos, como o Chris, e pessoas fracas, que desistem fácil, como Linda, a esposa de Chris que acaba abandonando a família. A Linda se perde contra a maré, desiste e ainda debocha quando Chris comenta a oportunidade de se tornar um corretor (dizendo ainda "porque não astronauta?"). Da mesma forma, acredito que a dificuldade tornou o Chris cada vez mais "forte", que passou a viver como nômade e, em uma das cenas mais comoventes, até a dormir no banheiro de um metrô. Diante de toda dificuldade que se possa imaginar, Chris se desdobra para vender um equipamento de difícil saída, estudar para sua carreira de corretor e não esquecendo que é pai, tendo todo cuidado com seu filho.
Embora seja um filme baseado em fatos reais, certamente muitas cenas acabam tendo o seu romance, porém, não pude deixar de pensar que não passei por 1% das dificuldades que o Chris passou e que só queria ter 1% de sua determinação...